quinta-feira, 9 de julho de 2009

tu és....

Onde estiveres,
eu estou
Onde tu fores,
eu vou

Se tu quiseres
Assim,
Meu corpo é o teu mundo,
Um beijo um segundo,
És parte de mim.

Para onde olhares
Eu corro,
Se me faltares
Eu morro
Quando vieres,
Distante
Solto as amarras,
E tocam guitarras por ti como dantes.

Agarra-me esta noite,
Sente o tempo que eu perdi,
Agarra-me esta noite,
Que amanha nao estou aqui,

Agarra-me esta noite,
Sente o tempo que eu perdi,
Agarra-me esta noite,
Que amanha nao estou aqui

quinta-feira, 19 de março de 2009

...deixas em mim tanto de ti...

A noite não tem braços
Que te impeçam de partir,
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,

Deixas em mim Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

A estrada ainda é longa,
Cem quilómetros de chão,
Quando a espera não tem fim,
Há distâncias sem perdão.

Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,

Deixas em mimTanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

Navegas escondida,
Perdes nas mãos o meu corpo,
Beijas-me um sopro de vida,
Como um barco abraça o porto.

Porque tu,
Deixas em mimTanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

momentos de silêncio...
em que recordo a tua ausência...

é o silêncio o que melhor te traz à minha memória
o silêncio do teu olhar
o silêncio do teu sorrir
é o silêncio o que melhor me traz à memória
as palavras nunca ditas...

momentos de silêncio....
lágrimas que correm
neste grito mudo...

momentos de silêncio...

silêncio...

silêncio...

a noite vem
e eu deixo-te partir
em silêncio...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008




aqui ficam mais umas fotos do meu pimpolho...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007


Desvio dos teus ombros o lençol

que é feito de ternura amarrotada,

da frescura que vem depois do Sol,

quando depois do Sol não vem mais nada...

Olho a roupa no chão: que tempestade!

há restos de ternura pelo meio,

como vultos perdidos na cidade

em que uma tempestade sobreveio...

Começas a vestir-te, lentamente,

e é ternura também que vou vestindo,

para enfrentar lá fora aquela gente

que da nossa ternura anda sorrindo...

Mas ninguém sonha a pressa com que nós

a despimos assim que estamos sós!